Formulários para baixar e imprimir
O lugar de pegar a folha, imprimir e preencher com caneta. O primeiro bloco sai sem escolher nada — abrir e clicar. O segundo é o que a plataforma preenche sozinha, e por isso precisa que alguém diga de quem, de qual obra ou de qual mês.
Em branco, para levar na prancheta
Sem obra, sem frente, sem pessoa e sem mês: são dois toques até o arquivo. O que não sai continua na lista, com a razão escrita — e a razão é a do servidor, não uma explicação montada aqui.
Acervo e inventário 2 de 2
As folhas de andar pelo galpão contando — e estas saem com o acervo de hoje já impresso; o que está em branco são as colunas de escrever a lápis.
- Conferência do inventárioPDFXLSX
O acervo inteiro impresso — receptor, drone, veículo — com as colunas “conferido”, “estado” e “observação” em branco, para andar pelo galpão marcando a lápis.
Daqui sai o acervo INTEIRO. Para recortar por lugar (galpão, uma obra) ou digitar a contagem de volta: Conferir e imprimir.
- Etiquetas do acervoPDFXLSX
Um bloco por lugar, com o número sugerido impresso ao lado e a coluna “nº colado” em branco — é a folha que vai junto com o rolo de etiqueta.
Daqui sai tudo o que ainda não tem etiqueta. Para recortar por lugar ou gravar os números colados: Etiquetar.
Gerado do que já está no sistema 9
Estes saem preenchidos, e por isso alguém precisa dizer de quem, de qual obra ou de qual mês. O botão leva para a tela onde esse alvo se escolhe — o download é lá, e é um só. Duas portas para o mesmo arquivo é como nasce a divergência.
As duas vias: a de REGISTRO (o comprovante do que foi entregue) e a de ASSINATURA, com coluna para assinar item a item e a ciência da NR-06 em página própria.
Lá você escolhe: a pessoa.
O que a plataforma diz que a pessoa tem hoje, item a item, com a idade de cada um — para conferir na frente dela e registrar o que ELA de fato tem.
Lá você escolhe: a pessoa.
O saldo com a linha “conferido por” — é o documento assinável da prateleira. A folha de CONTAGEM (item · saldo · espaço para o contado) sai da mesma tela.
Lá você escolhe: nada, mas o documento é do estoque de hoje.
Quem responde por um receptor, um drone ou um veículo — o termo que essa pessoa assina.
Lá você escolhe: a pessoa e o equipamento.
O diário do mês com as fotos, que é o que vai ao cliente — e a planilha de quem esteve em cada frente, dia a dia.
Lá você escolhe: a obra e o mês.
O fechamento do cartão-ponto no formato que a contabilidade recebe.
Lá você escolhe: o mês.
O que está vigente, vencido ou faltando de uma pessoa — o papel que o cliente, o sindicato ou ela mesma pedem.
Lá você escolhe: a pessoa.
O quadro mensal que vai ao gestor do cliente, com o HHT medido no cartão-ponto em vez de digitado.
Lá você escolhe: a obra e o mês.
A proposta da empresa, marcada como MINUTA na primeira linha, no rodapé e no nome do arquivo — porque o termo de estágio é tripartite (Lei 11.788/2008) e a instituição de ensino também assina; muitas exigem o modelo próprio.
Ainda não dá para baixar por aqui: esta é a única da lista que ainda não tem tela nenhuma: a porta existe no servidor, exige a matrícula de alguém cadastrado como estágio, e nenhum botão do produto chega até ela hoje. Quem resolve é quem for construir a tela do estagiário — não dá para consertar daqui sem recriar aqui as regras que o servidor já tem.
Quem responde por cada lista de itens, desde quando, e o que mudaria ao adotar a versão de hoje fica em Formulários adotados. Esta tela aqui só entrega o papel.